Leitor de Código de Barras Elgin Flash II
R$ 140,00
Escolha seu leitor CCD com clareza. Aqui você compara velocidade, alcance e interfaces, vê alternativas por uso (PDV e estoque) e tem suporte para integrar ao seu ERP/POS. Compre agora ou peça orçamento com garantia.
Leitor CCD é ideal para códigos 1D lidos de perto, com ótimo custo-benefício; se precisar ler mais longe, curvo ou 2D, prefira laser ou imager 2D.
Um leitor CCD usa um sensor de luz linear para capturar barras 1D a curta distância, sem feixe laser. Serve para PDV, pré-venda e conferência de estoque onde os códigos estão próximos e bem impressos. É popular por custo baixo e boa velocidade, com 100–200 leituras por segundo e 3–15 cm de alcance.
CCD significa que o sensor “enxerga” a linha do código e decodifica a sequência de barras e espaços. Em operações de caixa e conferência, ele entrega agilidade com menor custo. Veja toda a linha em Leitores de código de barras na RW Automação.
Leitor CCD é rápido e econômico para curta distância e códigos 1D bem impressos. Leitor a laser alcança mais longe, mira melhor códigos pequenos e lida melhor com superfícies curvas. Exemplo: CCD típico lê até 15 cm; um laser de entrada alcança cerca de 30–40 cm. Escolha laser para leitura à distância.
Em ambientes com prateleiras altas ou rótulos curvos, o feixe do Leitor de código de barras laser facilita o apontar. Um exemplo popular é o Zebra LS2208, que amplia o alcance e mantém boa ergonomia.
Para PDV, escolha um CCD com base hands‑free, gatilho leve e suporte de mesa para reduzir esforço e acelerar filas. Para estoque/picking, prefira um CCD com cabo reforçado, proteção mecânica e alcance máximo do modelo. Em alto volume no caixa, um scanner fixo 2D costuma superar qualquer CCD manual.
No caixa, a base permite leitura contínua sem apertar gatilho, reduzindo fadiga. Em picking, quedas e puxões pedem carcaça robusta e cabo grosso. Em fluxo intenso de checkout, avalie Leitores fixos para checkout ou Leitores sem fio para mobilidade no estoque.
Leitores CCD costumam oferecer USB (HID/teclado), RS232 e, em alguns kits, Bluetooth. Para ERP/POS, USB HID é o mais simples, pois digita os códigos onde houver cursor. RS232 exige configurar baud rate e cabo certo. Bluetooth agrega mobilidade, mas confirme perfil compatível (HID/Serial) e pareamento estável.
USB HID funciona sem driver em Windows, Linux e Mac. Em RS232, ajuste baud/paridade para evitar caracteres trocados. O Leitor de código de barras Bluetooth dá liberdade no balcão; valide o perfil e o alcance nominal (10–30 m). Confira a Categoria geral de leitores.
Um CCD típico lê entre 100 e 200 itens por segundo, com alcance efetivo de 3 a 15 cm, variando com contraste e tamanho do código. Na prática, um PDV com CCD de 120 it/s processa 25–35 itens por minuto com conforto. Códigos muito densos tendem a reduzir o alcance útil.
Velocidade alta ajuda quando o operador aproxima e passa a etiqueta no feixe rapidamente. Em filas, 120 it/s mantém ritmo estável sem erros. Precisa de flexibilidade para 2D e telas? Veja a Alternativa 2D com maior flexibilidade.
CCD lê bem códigos 1D limpos. Ele falha mais quando há borrões, cortes nas barras ou muito brilho na etiqueta. Antes de trocar o equipamento, limpe o visor, mude o ângulo e reimprima etiquetas ruins. Se os rótulos estão frequentemente danificados, um imager 2D com processamento avançado é mais indicado.
Brilhos de verniz e rasgos confundem o sensor linear. Melhorar contraste e posicionamento resolve boa parte. Para rótulos castigados, considere o Honeywell Xenon 1950g (decodificação avançada) ou o Datalogic Quickscan QD2590.
Para alto volume, priorize CCDs com 150–200 it/s, base hands‑free e USB HID. Em checkouts intensos, considere scanners fixos 2D, que superam CCDs no fluxo contínuo. Interprete a tabela pelos três eixos: velocidade para fila, alcance para etiquetas maiores e interfaces conforme seu ERP (USB/RS232/Bluetooth). Compare e peça orçamento.
Regra prática: PDV exige leitura contínua e base; estoque valoriza ergonomia e resistência. Para caixas rápidos, avalie o Zebra DS7708 para checkouts rápidos e o Datalogic Magellan 3410VSi.
Não. CCD é para códigos 1D. Para QR Code e outros 2D, use um imager 2D. Na RW você encontra opções com suporte a telas e rótulos danificados.
CCD opera de 3 a 15 cm. Um laser de entrada costuma chegar a cerca de 30–40 cm, facilitando leituras à distância e em rótulos curvos.
Teste em USB HID (emula teclado) e valide atalhos de navegação. Se usar RS232, configure baud rate e paridade corretos e o cabo adequado ao seu equipamento.
Leitores de qualidade suportam ciclos elevados de gatilho e dobra de cabo. Use base hands-free no caixa para reduzir acionamentos e desgaste físico do conjunto.
Sim. Aplicamos a política de devolução e troca conforme o CDC. Nosso suporte auxilia com ajustes de configuração e firmware antes de formalizar o RMA.